Notas de dólar

IMAGEM: Mansoreh Motamedi / Getty Images

Será de 15% e visa que os gigantes da tecnologia paguem impostos nos países onde vendem e não onde há uma taxa mais baixa.

Os ministros das finanças do G7 , o grupo de países mais rico do mundo. eles chegaram a "um acordo histórico" para aplicar uma alíquota tributária global, anunciou o ministro britânico das Finanças, Rishi Sunak, no sábado.

 

 Os funcionários chegaram a um acordo "sobre o princípio de uma alíquota mínima global de 15% para a tributação de grandes empresas , a ser aplicada país a país", disse o Tesouro britânico com uma mensagem no Twitter e falou em "um aperto fiscal pressão " que fará com que as multinacionais Big Tech paguem" sua parte justa ".

O G7 agrupa Canadá, Estados Unidos, Japão, França, Alemanha, Itália e Reino Unido.

Empresas globais como Amazon , Google ou Facebook serão as mais afetadas , pois agora podem tributar legalmente em um país com condições fiscais vantajosas (por exemplo, Irlanda) os negócios que geram em outros países . Com essa mudança, os países ricos procuram evitar uma "corrida para o fundo do poço" nas políticas fiscais.

Além disso, essa regra pretende que as empresas paguem nos países onde vendem seus produtos e serviços e não onde declaram seus lucros.

“O dumping tributário não pode ser uma opção na Europa ou em nenhum país do mundo. Essa prática só levaria a uma queda ainda maior na arrecadação de impostos corporativos, mais desigualdade e impossibilidade de financiar serviços públicos básicos ” , diz texto com a assinatura do italiano Daniele Franco, da espanhola Nadia Calviño, do francês Bruno Le Maire e do alemão Olaf Scholz.

A iniciativa é "para se ajustar à era digital global, mas acima de tudo para garantir que as empresas certas paguem os impostos certos nos lugares certos e isso é um grande prêmio para os contribuintes britânicos", disse Sunak.

O Secretário do Tesouro dos Estados Unidos observou que "esta taxa mínima global acaba com a corrida para o fundo do imposto sobre as empresas e garante justiça para a classe média e os trabalhadores nos Estados Unidos e em todo o mundo".

Os ministros, portanto, prepararam a decisão final a ser tomada pelos chefes de estado e de governo do G-7 na cúpula a ser realizada em 11 de junho na região costeira britânica de Cornwall.

Desta forma, apesar de o G7 não ter um papel formal no processo de discussão da nova tributação internacional, um pacto dentro deste grupo seria um poderoso impulso para chegar a um acordo nas negociações formais que estão ocorrendo. a este respeito no G20 e na OCDE.

Nesse sentido, os Estados Unidos reduziram suas aspirações por um imposto mínimo sobre as sociedades em nível global, reduzindo-as de 21% para uma alíquota efetiva de 15% , a fim de ampliar o consenso a esse respeito.

Os  enormes gastos públicos com que os países tiveram de responder ao ataque da pandemia aceleraram os debates que foram retidos durante anos sobre um acordo global.

Em entrevista à BBC nas últimas horas, o ministro alemão Schol chegou a evocar um acordo que visa "mudar o mundo". Sobretudo se posteriormente for adotado também na maior sede do G20 sob a presidência italiana, à qual também pertencem a China ou a Rússia, entre outras.

"Se compartilharmos um imposto corporativo mínimo, ajudaremos a interromper a corrida tributária decrescente que vemos hoje e garantir que nossos países possam apoiar financeiramente os compromissos necessários, especialmente depois de todo o dinheiro gasto para resolver a emergência de Covid e defender a saúde das pessoas e a economia ", disse o membro do gabinete de Angela Merkel.

Com informações da ANSA, DPA e EFE

 

FONTE: CLARIN

Embarcação trafega no rio Tietê no começo de maio; desde o dia 30, navegação está interrompida em função da seca

IMAGEM: Valdivo Pereira/ Folha da Região

 

A pior crise hídrica no Brasil em quase um século irá impactar a navegação em hidrovias e encarecer o transporte por este modal no maior exportador mundial de commodities como sojacafé e açúcar.

Nesta quarta-feira, o ministro de InfraestruturaTarcísio de Freitas, afirmou que medidas para economizar água e direcionar recursos hídricos à geração de energia iriam inevitavelmente afetar a navegação na hidrovia Tietê-Paraná, a que mais está sofrendo com a seca prolongada no coração de alguns dos principais Estados agrícolas do Brasil.

Freitas afirmou que o governo irá reduzir o calado na bacia do rio Paraná, o que interromperá a movimentação fluvial de cargas de Estados como GoiásMinas GeraisSão PauloParaná e Mato Grosso do Sul. A bacia forma parte da quarta maior hidrovia do Brasil para o transporte de cargas.

 

“Se as empresas não conseguem usar o rio para movimentar mercadorias por causa da queda do nível da água, elas recorrem ao transporte rodoviário, disse o coordenador de pesquisas de logística da Escola de Agricultura da Universidade de São Paulo (Esalq), Thiago Péra. “Isso vai aumentar o custo do frete, já que os preços do diesel estão subindo”.

Péra afirmou que uma eventual redução do nível de água no sistema Tietê-Paraná poderia ter um maior impacto nos trajetos mais longos, enquanto viagens mais curtas ainda seriam possíveis.

Ele acrescentou que devido à interrupção da navegação no sistema em 2014, operadores estão mais preparados para situações como essa.

Ao mesmo tempo, o problema dificultou investimentos para melhorar a hidrovia, que também é usado para importar grãos do Paraguai.

No ano passado, quase 3,9 milhões de toneladas de produtos, incluindo soja e milho, foram movimentados pela bacia do Paraná, de acordo com dados da reguladora de portos Antaq.

Isso representa uma queda em relação a uma média de 5,6 milhões de toneladas entre 2017 e 2019, mostraram os dados.

Freitas também afirmou que o governo precisará ligar as térmicas para garantir fornecimento de energia, já que o potencial de geração das hidrelétricas do Brasil está comprometido pela seca.

FONTE: REUTERS

 

Dida Sampaio/Estadao

IMAGEM: DIDA SAMPAIO/ESTADÃO

 

Cresce força de trabalho subutilizada

Pandemia traz desafios complexos

Congresso deve buscar alternativas

Agenda Legislativa foca na economia

 

O direito de todos ao trabalho econômico que proporcione condições dignas para viver está muito longe de ser realidade para a maioria.

Atualmente o desemprego aflige no Brasil quase 15 milhões de pessoas que vivem sem perspectiva de ter um emprego. Há outros 10 milhões que sofrem os efeitos econômicos da pandemia ao serem obrigados a ir para a inatividade, apesar de precisarem de um emprego. O desalento desmobiliza 6 milhões de pessoas que desistiram de procurar um posto de trabalho diante das sucessivas frustrações. Enfim, um contingente de mais de 33 milhões formam o que o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) denomina de força de trabalho subutilizada. A superação desse quadro requer resposta ousada e complexa.

No mundo dos trabalhadores reina a alta rotatividade, a informalidade que gera desproteção, a precarização que exclui e faz adoecer, a insegurança que traz o medo, a péssima qualidade de muitos postos de trabalho sem segurança e perversos para a saúde, as múltiplas violências sofridas no cotidiano, a imposição do trabalho análogo ao escravo, o ignóbil trabalho infantil, as desigualdades entre homens e mulheres e entre brancos e negros, a tortura para achar o primeiro emprego, esses são alguns dos fenômenos que afastam o direito ao emprego de qualidade para a maioria da população brasileira.

Não haverá direito ao trabalho se a economia não for orientada por uma dinâmica virtuosa de incremento da produtividade, cujos resultados sejam distribuídos socialmente de forma equitativa.

A articulação e coordenação entre as ações do Estado e do setor privado no desenvolvimento econômico deve mobilizar vetores capazes de engendrar circuitos produtivos em todo o território nacional, mobilizar capacidade tecnológicas e competências para a inovação produtiva, intencionalmente dirigidos para a geração de empregos de qualidade para todos, para o aumento da renda do trabalho, para a proteção social oriunda de tributos progressivos que financiam serviços públicos universais de saúde, educação, transporte, moradia, segurança e cultura. A articulação desses e de inúmeros outros elementos devem compor um projeto de desenvolvimento que prospecta o futuro para mobilizar o que se deve fazer desde agora.

A pandemia deixará um rastro de desafios com complexidades e extensões inéditas nas mais variadas dimensões da vida em sociedade. Os estragos e os custos sociais, econômicos, psicológicos, educacionais, culturais são incalculáveis. Sabe-se que estão presentes e muitos ainda são invisíveis como o vírus. As respostas terão que responder a esta situação concreta, inédita, dramática e, a partir dela, criar inteligência coletiva e força social para enfrentar e superar.

O Congresso Nacional é um espaço privilegiado para tratar dessas questões e deliberar sobre as escolhas, sobre as regras, sobre os caminhos, sobre as mudanças, sobre o papel do Estado. Por isso as Centrais Sindicais vêm atuando de forma articulada e unitária no Congresso Nacional.

A Câmara dos Deputados e o Senado trabalham com uma vasta e complexa gama de temas que têm múltiplos impactos sobre a sociedade e a economia. Os congressistas e os partidos expressam posicionamentos e recepcionam diferentes interesses. A atuação junto às atividades congressistas por parte da sociedade civil organizada e representativa tem por objetivo apresentar as pautas que julgam necessárias serem tratadas, aportar propostas, indicar caminhos, alertar para problemas e consequências, contribuir para que debates qualificados subsidiem decisões que atendam ao bem comum, os interesses coletivos, assentados na justiça, na igualdade, na sustentabilidade ambiental e na soberania da nação.

As Centrais Sindicais (CUT, Força Sindical, UGT, CTB, NCST, CSB, Intersindical, CSP Conlutas, CGTB e Pública) se organizam para participar do debate legislativo no Congresso Nacional de forma ainda mais qualificada. Para isso produziram a Agenda Legislativa 2021 (eis íntegra – 2 MB), na qual apresentam as prioridades de projetos e medidas legislativas do movimento sindical. Essa versão da agenda traz o posicionamento sindical em relação a 23 medidas ou projetos relacionados às diretrizes de proteção da vida, dos empregos e da democracia, eixos prioritários que orientam as ações do Fórum das Centrais Sindicais.

A 1ª prioridade destacada pela agenda é a proteção econômica por meio do Auxílio Emergencial que, na proposta sindical, deve ser de R$ 600,00, com as mesmas regras de 2020 e a proteção dos empregos e salários, assim como o posicionamento contrário em relação às medidas de flexibilização e precarização laboral. Reforma Tributária, Reforma Administrativas e as privatizações estão entre os projetos destacados.

O objetivo da agenda é orientar e subsidiar a atuação das Centrais Sindicais nos debates junto às comissões, aos partidos e aos congressistas, apresentando o posicionamento favorável ou contrário às medidas e projetos legislativos, assim como oferecendo propostas e alternativas. Esse trabalho contínuo produzirá também a atualização permanente da agenda, seja com novos posicionamentos, seja destacando e propondo temas, medidas e projetos.

FONTE: PODER 360

Assim como os demais profissionais da área de transporte no Brasil, os trabalhadores nos portos estão em grupo prioritário no Plano Estadual de Vacinação contra a Covid-19, que segue a campanha Nacional, do Ministério da Saúde.

IMAGEM:CLAUDIO NEVES/PORTOS DO PARANÁ

 

Campos apresentou 1 infectado pela variante indiana da Covid-19, o que deixou as autoridades brasileiras em alerta

Após orientação fornecida pelo Ministério da Saúde (MS), no último dia 31/05, a cidade do Rio de Janeiro dará início à vacinação de aeroviários e marítimos, nesta quarta-feira (2/06), para evitar o alastramento das novas variantes do vírus causador da Covid-19, o SARS-Cov-2. O anúncio foi feito pelo secretário municipal de Saúde, Daniel Soranz, ao jornal O GLOBO.

O MS decidiu imunizar esses profissionais por entender que, entre eles, as chances de contágio e disseminação da Covid-19 é relevante por serem um grupo pequeno. O que, por outro lado, facilita também a sua rápida vacinação.

O receio das autoridades nacionais encontra justificativa na confirmação da presença da variante indiana em um morador de Campos dos Goytacazes, no Norte Fluminense. Quinze pessoas, que tiveram contato com o infectado, estão sendo monitorados.

Doses de vacina

Daniel Soranz adiantou que a cidade do Rio recebeu 6.980 doses para a vacinação de aeroviários e 7.320 para trabalhadores marítimos e portuários nesta segunda-feira. De acordo com o secretário de Saúde da cidade do Rio, a vacinação desses grupos acontecerá em seus próprios locais de trabalho e não seguirá o critério de idade. A vacinação ocorrerá nos aeroportos Internacional Tom Jobim (RIOgaleão) e Santos Dumont, e também, nas instalações do porto

Vacinação por idade

A prefeitura do Rio deu início a mais um etapa da vacinação por faixa etária na população em geral na última segunda-feira (31/05). Nesta quarta-feira (2/06), serão vacinados os cariocas com 59 anos. Para cada idade, serão destinados três dias de imunização. Dessa forma, o prefeito Eduardo Paes pretende vacinar todos os cidadãos cariocas acima de 18 anos até outubro.

O mês de junho será destinado à vacinação de pessoas acima de 51 anos. Os cidadãos de 50 até 42 anos serão vacinados em julho. Em agosto será a vez daqueles que estão entre 41 até 33 anos. A campanha de vacinação segue com a imunização de pessoas de 33 a 24 anos em setembro, terminando com a vacinação de jovens entre 24 e 18 anos.

 FONTE: DIÁRIODORIO.COM

 
 

IMAGEM: DIÁRIODORIO.COM

 

1.535 trabalhadores portuários do Rio receberam a primeira dose da vacina Astrazeneca/Oxford no primeiro dia de vacinação contra Covid-19

No primeiro dia de vacinação contra a Covid-19 dentro do Porto do Rio de Janeiro, na quarta-feira (2/6), 1.535 trabalhadores portuários receberam a primeira dose da vacina Astrazeneca/Oxford. A ação, promovida pela Prefeitura do Rio de Janeiro com o apoio da Companhia Docas do Rio de Janeiro (CDRJ), empresas arrendatárias dos terminais portuários e Órgão Gestor de Mão de Obra (OGMO), prosseguirá nos dias 3, 4, 5 e 7 de junho.

O diretor-presidente da CDRJ, Francisco Antonio de Magalhães Laranjeira, esteve no Porto do Rio no início das aplicações e disse que a decisão do Governo Federal de antecipar a vacinação da categoria, que já estava contemplada no Programa Nacional de Imunização (PNI) como grupo prioritário, foi acertada: “Os portuários estão há mais de um ano trabalhando na linha de frente do comércio exterior para que nada falte em nossas casas, lojas, fábricas e hospitais. A priorização da categoria é merecida para que eles possam trabalhar com mais tranquilidade, considerando que o índice de contaminação ainda está alto”.

O secretário municipal de Saúde, Daniel Soranz, que acompanhou o primeiro dia das aplicações no Porto do Rio, explicou que a imunização dos portuários e aeroportuários foi antecipada por recomendação do Ministério da Saúde, que enviou doses exclusivas para esta campanha: “Trata-se de uma vacinação específica para que possamos realizar uma ação de bloqueio nos portos e aeroportos para se evitar a disseminação de novas variantes do vírus”.

A aplicação da vacina dentro do Porto do Rio de Janeiro ocorre por faixa etária. No primeiro dia, foram vacinados os portuários acima de 35 anos. Nesta quinta-feira (3), de acordo com a orientação passada pela Prefeitura do Rio de Janeiro, serão vacinados os portuários de 40 a 54 anos das 9h às 12h30; e de 35 a 39 anos, das 14h às 16h. Na sexta-feira (4), será a vez dos portuários de 30 a 34 anos, das 9h às 12h30; e de 25 a 29 anos, das 14h às 16h. No sábado (5), serão imunizados os portuários de 18 a 25 anos, das 9h às 12h30; e das 14h às 16h será uma repescagem de todas as idades. A segunda-feira (7) será um dia totalmente destinado a repescagem de todas as idades.

A ação ocorre no armazém 18 do OGMO. Os portuários que estiverem trabalhando no local podem utilizar o acesso interno. Os demais trabalhadores portuários devem acessar o local pelo portão externo do armazém. Somente os portuários contemplados nos grupos dentro dos critérios previamente definidos pela Prefeitura do Rio de Janeiro, empresas arrendatárias e atores que atuam diretamente no Porto do Rio, podem ser vacinados nesta ação específica no porto. Para se vacinar, o portuário cadastrado deve apresentar documento de identificação com foto, CPF e um documento oficial que comprove o exercício efetivo da função de trabalhador portuário ou análoga.  

FONTE: DIÁRIODORIO.COM

 

IBGE: Com pandemia, desemprego alcança 14,2% em novembro e bate recorde

IMAGEM: DIÁRIO DE TAUBATÉ

 

A pandemia de covid-19 colocou, em 17 meses, mais de 100 milhões de trabalhadores na pobreza, afirmou a Organização das Nações Unidas (ONU) nesta quarta-feira (2), devido ao desaparecimento de horas de trabalho e de empregos de boa qualidade.

“Cinco anos de progressos foram arruinados até a erradicação dos trabalhadores pobres”, segundo um relatório da Organização Internacional do Trabalho (OIT), que indica que em comparação com 2019 cerca de outros 108 milhões de trabalhadores no mundo foram requalificados como pobres ou muito pobres.

Essa crise está longe de acabar e não se espera que o emprego retorne ao nível anterior à pandemia até 2023, alerta a OIT neste relatório anual.

No final de 2021, o mundo ainda contará com 75 milhões de empregos a menos do que se a pandemia não tivesse acontecido.

Inclusive até o final de 2022, este atraso não será compensado, com 23 milhões de empregos a menos do que sem a crise sanitária, que já provocou a morte de mais de 3,5 milhões de pessoas em todo o mundo.

“Recuperar-se da covid-19 não é somente um problema de saúde”, disse o diretor-geral da OIT, Guy Ryder, destacando que “será também necessário superar os graves danos provocados às economias e às sociedades”.

“Sem um esforço deliberado para acelerar a criação de empregos decentes e apoiar os membros mais vulneráveis das sociedades e a reativação dos setores econômicos mais afetados, os efeitos da pandemia poderiam durar anos sob a forma de perda de potencial humano e econômico e maior pobreza e desigualdade”, prevê.

O relatório da OIT demonstra que se espera que cerca de 205 milhões de pessoas ainda estarão desempregadas em 2022, muito acima dos 187 milhões de 2019.

No entanto, essas estatísticas oficiais escondem uma realidade ainda muito mais sombria, já que o número total de horas trabalhadas também caiu.

Em 2020, 8,8% das horas trabalhadas evaporou em comparação com o quarto trimestre de 2019, ou seja, o equivalente a 255 milhões de emprego em tempo integral.

E mesmo que a recuperação econômica se intensifique em algumas partes do mundo, até o final do ano o equivalente a 100 milhões de empregos em tempo integral ainda estará faltando.

“Este déficit de empregos e horas de trabalho vem somar-se aos altos níveis de desemprego, subemprego e péssimas condições de trabalho” que prevaleciam antes da crise de saúde.

Mesmo que se espere que a situação do emprego melhore um pouco no segundo semestre deste ano, a recuperação será desigual e, em particular, devido à diferença entre as taxas de imunização nos países ricos e nos países mais pobres.

Os países emergentes e em desenvolvimento também terão dificuldade em implementar planos de estímulo significativos.

Menos empregos e menos horas trabalhadas se traduzem automaticamente em mais pobreza.

Em comparação com 2019, 108 milhões de trabalhadores caíram nas categorias de pobres ou muito pobres – com famílias sobrevivendo com menos de US$ 3,2 por dia.

Para os dois bilhões de pessoas que trabalham no setor informal, as consequências da pandemia foram catastróficas para as mulheres que deixaram o mercado de trabalho em massa, inclusive nos países ricos, para cuidar dos filhos, que ficaram sem aulas presenciais.

Um fenômeno que faz a OIT temer uma “tradicionalização” dos papéis de gênero. “Não haverá uma recuperação real sem um retorno aos bons empregos”, advertiu Ryder.

FONTE: AFP

Sessões por Videoconferência | Tribunal Marítimo

IMAGEM: MARINHA DO BRASIL

 

O Tribunal Marítimo (TM) editou a Resolução 54/2021, que traz importantes inovações para o julgamento de acidentes e fatos da navegação, pois altera o Regimento Interno Processual para incluir a aplicação da colaboração premiada e do acordo de leniência nos processos do Tribunal Marítimo, bem como institui a categoria de inquéritos administrativos sobre acidentes e fatos da navegação e processos sobre acidente ou fato da navegação de "alta relevância para a segurança da navegação".

Importante mencionar que, de acordo com a Lei 2.180/54, compete ao TM julgar os acidentes e fatos da navegação, deferindo-lhes a natureza e determinando-lhes as causas, circunstâncias e extensão; indicando os responsáveis e aplicando-lhes as penas estabelecidas nessa lei; e, propondo medidas preventivas e de segurança da navegação.

A formação peculiar do colegiado marítimo permite que os fatos e acidentes da navegação, em face da especialidade da matéria, sejam julgados por juízes igualmente especializados, em matérias correlacionadas com o Direito Comercial, Internacional, Ciências náuticas e navais.

Todos os fatos e acidentes da navegação são investigados inicialmente através do Inquérito de Acidentes e Fatos da Navegação (IAFN). Após o encerramento, o IAFN é encaminhado ao Tribunal Marítimo. Assim, sendo identificada a competência dessa corte, haverá o julgamento colegiado das responsabilidades daqueles envolvidos nos referidos fatos/acidentes da navegação.

Destarte, com espírito de renovação dos trâmites no TM, nos últimos anos algumas mudanças foram implementadas, como por exemplo o advento do processo eletrônico e, agora, a reforma do Regimento Interno Processual do Tribunal Marítimo (RIPTM) pela Resolução 54/2021.

Dentre as inovações estabelecidas por essa reforma está a nova classificação dos IAFN (inquéritos) e processos como de "Alta Relevância para a Segurança da Navegação", que terão privilégio de tramitação prioritária em razão de preencherem os requisitos do novo artigo 24-B do RIPTM:

"I — de grande repercussão na sociedade;
II — com acentuado número de vítimas fatais/feridos;
III — cujos acidentes ou fatos da navegação tenham causado danos ambientais de grande amplitude ou impactem/impeçam o regular fluxo de embarcações;
IV — que envolvam elevada complexidade ou demandem atuação extraordinária de força de trabalho para apuração da (s) causa (s) determinante (s); e
V — outras hipóteses que apresentem características peculiares, devidamente justificadas e reconhecidas pelas autoridades competentes."

Entre esses citados requisitos, destaca-se a existência de danos ambientais relacionados aos acidentes ou fatos da navegação. De acordo com a Lei 2.180/54, a poluição ou qualquer outra forma de dano ao meio aquático era apenas causa de agravamento da pena. Assim, importante inovação demonstrando a preocupação com a sustentabilidade do modal aquaviário. 

Outras duas importantes inovações, positivadas no seio do novo artigo 90-A, do RIPTM, dizem respeito à aplicação dos institutos da colaboração premiada (Lei 12.850/2013) e do acordo de leniência (Lei 12.846/2013) em quaisquer fases dos inquéritos administrativos sobre acidentes e fatos da navegação e dos processos sobre acidente ou fato da navegação.

A atribuição para avaliar, propor e celebrar tais acordos de colaboração e leniência será da Procuradoria Especial da Marinha, com acompanhamento do Ministério Púbico, que atuará como custos legis e verificará indícios da ocorrência de crimes relativos ao fato ou acidente da navegação objeto do inquérito ou processo em que está sendo celebrado o acordo.

Por derradeiro, a parte interessada poderá manifestar a intenção de celebrar a colaboração premiada ou o acordo de leniência diretamente ao capitão dos portos ou o delegado, e essa autoridade deverá encaminhar mensagem sigilosa à Procuradoria Especial da Marinha, com cópia ao Tribunal Marítimo, contendo os dados de contato da pessoa física ou jurídica que tenha manifestado tal intenção.

Esses dispositivos entram em vigor a partir do dia 7 de junho de 2021 e trazem repercussão direta para os processos dos acidentes e fatos da navegação, ratificando a atuação especializada da Corte Marítima.

Importante destacar que, como a Corte Marítima é indispensável à segurança marítima no país, o Código de Processo Civil é claro ao determinar que, quando existir uma causa sendo julgada simultaneamente pelo Poder Judiciário e pelo Tribunal Marítimo, o Judiciário deverá aguardar a conclusão da decisão dessa corte.

Por fim, o estímulo à navegação, a extensão da plataforma continental e a exploração do gás natural (entre outros recursos) demonstram que a atuação do Tribunal Marítimo será cada vez mais demanda e difundida.

FONTE: ConJur

 

Serviços indústria

 Imagem: Pixabay

Só com vacinação em massa economia poderá crescer de forma sustentada

 

A economia brasileira cresceu 1,2% no primeiro trimestre, comparado ao quarto trimestre de 2020 e 1,0% comparado ao primeiro trimestre de 2020, números ligeiramente inferiores aos divulgados no dia 17 de maio pelo Monitor do PIB do FGV Ibre, embora mostrem a mesma tendência de melhora da atividade econômica.

Inicialmente, qualquer previsão para o ano com base na série ajustada sazonalmente é de valor duvidoso, já que a pandemia certamente deve ter alterado substancialmente os elementos sazonais anteriores.

Num exercício que fizemos no Monitor divulgado em maio, mantendo os fatores sazonais de 2019 e deixando livre o efeito calendário, a economia teria crescido 1% e não o 1,7% estimado no indicador com os fatores sazonais atuais.

Adicionalmente, verifica-se que o setor de serviços que, segundo divulgado pelo IBGE, pesa 73% no PIB está longe de se recuperar: ele retraiu 0,8%, no primeiro trimestre deste ano comparado com igual trimestre de 2020.

Embora tenha saído de uma queda de 10,2% no segundo trimestre de 2020, no primeiro trimestre do ano passado a economia já havia sentido os primeiros efeitos da crise econômica gerada pela pandemia e os serviços já haviam retraído 0,7% com relação a 2019; ou seja, ele caiu no 1º trimestre de 2021 na comparação com um período que já era de queda.

Este setor depende fundamentalmente da interação entre as pessoas e, por isso, sua recuperação plena neste momento em que a pandemia ainda não está controlada acarretaria um aumento da mortalidade causada pelo Covid-19.

Senão vejamos: o comércio teve bom desempenho graças ao comércio atacadista; o setor de serviços de informação, que contém todos os serviços de streaming, cresceu significativamente; o mesmo ocorre com intermediação financeira decorrente da desmonetização de parcela significativa da economia com o aumento do uso generalizado de cartões de crédito e de débito e compras online.

No entanto, os componentes do setor de serviços com maior participação no PIB ainda estão bastante deprimidos: o componente de outros serviços —hotelaria, bares, restaurantes, serviços prestados as famílias— embora esteja bem melhor do que a queda de 20,8% registrada no segundo trimestre de 2020, ainda segue em queda de 7,3% com relação ao 1º trimestre de 2020. Finalmente a administração pública também registra queda de 4,4%.

A série do PIB trimestral divulgada pelo IBGE, ilustrada na tabela abaixo, mostra que, no primeiro trimestre, a economia, embora tendo voltado a crescer após a recessão de 2014-16, tem um valor bem inferior ao primeiro trimestre de 2014 e pouco acima do de 2019.

E, tendo em vista o peso do setor de serviços e de ele depender da interação social, só com a vacinação em massa a economia poderá ter a chance de voltar a crescer de forma sustentada. Isto já estava difícil mesmo antes do início da pandemia devido a problemas estruturais de longa data da economia brasileira e a falta de uma política econômica que contemple o crescimento.

PIB - SÉRIE ENCADEADA DO ÍNDICE DE VOLUME PARA 1º TRIMESTRES

2010 152,5
2011 160,5
2012 163,2
2013 167,6
2014 173,4
2015 170,6
2016 161,9
2017 162,3
2018 165,3
2019 167,3
2020 166,8
2021 168,4

Fonte: IBGE. Elaboração Ibre/FGV.

 

FONTE: FOLHA DE S.PAULO

IMAGEM: UOL

 

Diretor técnico do Dieese, Fausto Augusto Junior, analisa a situação do mercado de trabalho no Brasil. Segundo ele, governo Bolsonaro não coloca emprego como prioridade

 A Organização Internacional do Trabalho (OIT) aponta que os impactos da pandemia de covid-19 colocaram 108 milhões de trabalhadores na pobreza no mundo inteiro e a recuperação do nível de emprego no patamar anterior ao da crise sanitária deve acontecer somente em 2023. Com a redução de postos de trabalho, o relatório da entidade estima que o desemprego deve atingir 220 milhões de pessoas ainda neste ano.

Na estimativa da OIT, em 2022, 205 milhões de pessoas estarão desempregadas em todo o mundo, acima dos 187 milhões nesta situação em 2019. O diretor técnico do Dieese, Fausto Augusto Junior, lembra que, para promover a recuperação dos postos de trabalho, é necessário que o crescimento econômico seja retomado primeiro. Por outro lado, destaca também que a pandemia acentuou os problemas de desigualdade e os países que não controlaram a pandemia de covid-19 vão sofrer ainda mais.

No Brasil, o emprego não é a prioridade do atual governo, tanto é que não está no centro do debate econômico. O governo federal acredita que o mercado vai solucionar o problema sozinho. A tese deles é de que basta crescer para gerar empregos”, criticou, em entrevista a Glauco Faria, no Jornal Brasil Atual.

A OIT alerta que, sem esforço para criar empregos decentes, os efeitos da pandemia podem durar anos. “Para lidar com o desemprego é preciso uma política de desenvolvimento, com medidas que ampliem a produção e a geração de empregos, ajudando as áreas que mais absorvem mão de obra. Por conta das escolhas do atual ministro Paulo Guedes, vamos ao sabor do vento”, afirmou Fausto. 

Desemprego entre mulheres e jovens

O relatório da OIT também apresenta um recorte por gênero, que identifica as mulheres como um dos segmentos mais prejudicados. No ano passado, a contração do emprego feminino foi de 5%. Para os homens, a retração foi de 3,9%. No levantamento por idade, o desemprego pesou mais para os jovens. A queda foi de 8,7%, enquanto a retração média foi de 3,7%.

 

De acordo com o diretor técnico do Dieese, com a nova estruturação do mercado, a questão do gênero precisa de mais atenção por parte do poder público. ” Há uma desigualdade estrutural no Brasil, que passa por uma lógica de discriminação de gênero. As mulheres já têm uma remuneração mais baixa e enfrentam de forma mais grave o desemprego. E os jovens ingressam de maneira precária no mercado de trabalho, com baixa renda”, analisou.

FONTE: REDE BRASIL ATUAL

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IMAGEM: REUTERS PICTURES/TWITTER

 

O maior navio da Marinha iraniana (Kharg) foi atingido por um incêndio e acabou por naufragar hoje (2) no Golfo de Omã, disseram as autoridades.

A informação foi dada pelas agências de notícias Fars e Tasnim e confirmada pela Marinha.

O navio afundou próximo ao Porto iraniano de Jask, a cerca de 1.270 quilômetros a sudeste de Teerã, perto do Estreito de Ormuz.

Imagens publicadas pelos meios de comunicação social iranianos mostram marinheiros com coletes salva-vidas abandonando o navio, quando as chamas  já atingiam a embarcação.

A televisão estatal e as agências de notícias referiram-se ao Kharg como um “navio de treino”.

O Kharg é um dos poucos navios da Marinha iraniana capaz de reabastecer outras embarcações no mar, de içar cargas pesadas e servir de plataforma para helicópteros. Construído na Grã-Bretanha e lançado em 1977, entrou na Marinha iraniana em 1984, após longas negociações que se seguiram à Revolução Islâmica do Irã de 1979.

Os oficiais iranianos não informaram a origem do incêndio a bordo do Kharg. No entanto, o caso surgiu após uma série de explosões desconhecidas que começaram em 2019, visando navios no Golfo de Omã.

A Marinha dos Estados Unidos acusou o Irã de ter os navios como alvo, o que foi negado por Teerã, embora filmagens da Marinha dos EUA mostrassem membros da Guarda Revolucionária Iraniana removendo uma bomba prestes a explodir em um navio.

Os incidentes ocorreram em meio ao aumento das tensões entre Washington e Teerã, após o então presidente norte-americano, Donald Trump, ter retirado unilateralmente os Estados Unidos do acordo nuclear entre o Irã e as potências mundiais.

Em 2020, durante um exercício de treino militar, um míssil atingiu por engano uma embarcação perto do Porto de Jask, causando 19 mortos e 15 feridos.

Também em 2018, um contratorpedeiro da Marinha iraniana afundou no Mar Cáspio.

FONTE: AGÊNCIA BRASIL

Navio de contâiners em chamas na costa do Sri Lanka (02 de junho de 2021)

IMAGEM: CNN INTERNACIONAL/REPRODUÇÃO

Embarcação de contêineres estava carregada com produtos químicos como ácido nítrico e transportava ainda 350 toneladas métricas de óleo

Um navio de contêineres que foi atingido e pegou fogo 13 dias atrás na costa do Sri Lanka, desencadeando um dos piores desastres ecológicos da história do país, está agora afundando, disseram autoridades.

Desde 20 de maio, a Marinha do Sri Lanka e a Guarda Costeira da Índia têm trabalhado sem parar para tentar impedir que isso aconteça enquanto o incêndio engolfou o navio de contêineres, que estava carregado com produtos químicos como ácido nítrico e transportava 350 toneladas métricas de óleo em seus tanques.

A Autoridade de Proteção Ambiental Marinha do Sri Lanka (MEPA) alertou que o navio registrado em Singapura, chamado MV X-Press Pearl, poderia criar uma emergência de derramamento de óleo. Espera-se que praias ao longo de um trecho de 30 quilômetros de costa desde o ponto turístico de Negombo até Dikowita sejam atingidas.

O incêndio, que durou quase duas semanas, levou a uma operação de limpeza em grande escala ao longo da costa oeste do Sri Lanka, enquanto milhões de micropelotas de plástico cobriam as praias próximas à capital Colombo. A pesca na área foi suspensa e ambientalistas alertaram que pássaros e a vida marinha poderiam ser ameaçados pela poluição de plásticos e produtos químicos.

As autoridades temem um desastre maior se o óleo vazar para o oceano e lagoas próximas antes que o navio possa ser rebocado.

O Ministro de Estado das Pescas do Sri Lanka, Kanchana Wijesekera, disse no Twitter que o X-Press Pearl estava "afundando na posição atual" e as atividades de pesca e outras embarcações foram impedidas de entrar na Lagoa de Negombo.

"Medidas de emergência estão (sendo) tomadas para proteger a lagoa e áreas adjacentes para conter os danos de qualquer entulho ou em caso de vazamento de óleo", acrescentou Wijesekera.

Imagens do navio compartilhadas pela Marinha do Sri Lanka mostraram o navio porta-contêineres com sua popa parecendo estar submersa na água enquanto a fumaça continua subindo de sua proa.

Wijesekera disse que o X-Press Pearl estava sendo "rebocado para águas profundas" por uma empresa de salvamento e a marinha.

Em um comunicado, o operador do navio cargueiro, X-Press Feeders, disse que uma equipe de inspeção conseguiu embarcar no navio na terça-feira após apagar o incêndio e descobriu que a sala de máquinas estava inundada.

"Agora há preocupações sobre a quantidade de água no casco e seu efeito na estabilidade do navio", disse o X-Press Feeders na quarta-feira. Uma tentativa anterior de rebocar o navio foi abortada na terça-feira devido a uma grande ondulação no oceano, disse a agência.

Em um post no Facebook na quarta-feira, o MEPA disse que a causa do naufrágio foi devido a um vazamento de água na parte de trás do navio.

O X-Press Pearl estava navegando de Gujarat, na Índia, a Colombo, quando um incêndio eclodiu a bordo em 20 de maio, quando estava a nove milhas náuticas da costa do Sri Lanka.

Ele carregava 1.486 contêineres quando o incêndio começou, 81 dos quais continham "mercadorias perigosas", incluindo 25 toneladas métricas de ácido nítrico, de acordo com o X-Press Feeders. Os outros produtos químicos a bordo do navio ainda não foram confirmados.

As autoridades do Sri Lanka lançaram investigações criminais e civis sobre como o incêndio começou.

A X-Press Feeders disse que é "muito cedo para dizer", mas havia relatado anteriormente que um dos contêineres a bordo estava vazando ácido nítrico em suas paradas anteriores no Porto de Hamad no Qatar e no Porto de Hazira na Índia. A empresa disse que "o conselho dado foi que não havia instalações especializadas ou especialistas imediatamente disponíveis para lidar com o vazamento da unidade."

FONTE: CNN INTERNACIONAL

Profissional de saúde recebe dose da vacina contra Covid-19 em Tóquio - Olimpíada - Tóquio 2020

IMAGEM: BEHROUZ MEHRI/POOL/VIA REUTERS

 

Empresas no Japão se preparam para realizar vacinações contra o novo coronavírus em seus escritórios,. O governo japonês anunciou que as imunizações em empresas e escritórios devem começar no dia 21 de junho.

O plano foi anunciado nessa terça-feira (1º), visando a acelerar o ritmo da vacinação. Os campus universitários também serão incluídos entre os locais onde a vacina será aplicada.

Uma empresa de seguros informou que pretende usar seus escritórios em Tóquio e Osaka para vacinar cerca de 4 mil funcionários em cada cidade, depois de assegurar médicos e enfermeiros para as inoculações. 

O diretor executivo da empresa afirmou que o maior desafio é garantir o fornecimento de vacinas. Ele disse que a empresa vai cuidar do assunto consultando autoridades do governo.

Uma fabricante de produtos eletrônicos pretende vacinar seus funcionários que trabalham em Tóquio e na província vizinha Kanagawa e planeja fazer com que os médicos da empresa façam as inoculações em seus escritórios.

Um empreendimento de aluguel de escritórios informou que vai oferecer gratuitamente suas salas de reuniões para empresas, de modo que elas tenham espaço para vacinar seus funcionários. Acrescentou que o serviço gratuito é destinado a pequenas e médias empresas que não têm ambulatórios médicos ou grandes salas de reuniões.

FONTE: AGÊNCIA BRASIL