REFORMA ENFRENTA 11 PROCESSOS NO SUPREMO


Fonte: Valor Econômico
FNTTAA
Federação Nacional dos Trabalhadores em Transportes Aquaviários e Afins 

Fonte: Valor Econômico

Há uma crescente preocupação de que o petroleiro, que bateu em um navio de carga no sábado à noite no Mar da China Oriental, possa explodir e afundar, à medida que o fogo aumenta, de acordo com a oficial China Central Television (CCTV), citando especialistas da equipe de resgate.
A extensão dos danos ambientais e o tamanho do derramamento de petróleo do navio não eram conhecidos até o momento, mas o desastre tem o potencial de ser o pior do tipo desde 1991, quando 260 mil toneladas de petróleo vazaram na costa angolana.
O corpo de 1 dos 32 marinheiros a bordo da embarcação petroleira foi encontrado nesta segunda-feira, informaram autoridades iranianas e chinesas.

Na campanha de apoio, o instituto solicitou às entidades filiadas – aproximadamente 700 – o aporte de uma 13ª mensalidade. Para os não sócios, foi pedida uma contribuição, que dará acesso a alguns serviços. Pessoas físicas também podem participar.
Fonte: Rede Brasil Atual

O sistema antifraude no seguro desemprego bloqueou 52 mil requerimentos em todo o país, desde dezembro do ano passado. Com isso, o governo já obteve economia superior a R$ 678 milhões para os cofres públicos. A expectativa é de que, quando a ferramenta abranger outros tipos de benefícios, como seguro defeso e abono salarial, a economia chegue a R$ 3 bilhões.
Desenvolvido pelo Ministério do Trabalho a um custo de R$ 78 milhões, o sistema é uma plataforma tecnológica criada com o objetivo de ampliar a capacidade de identificação de requerimentos suspeitos do benefício. Além de justificar o bloqueio de pagamentos indevidos, a ferramenta possibilita também a identificação dos culpados desse tipo de desvio de recursos públicos.
De acordo com o ranking divulgado no último dia 26 pelo Ministério do Trabalho, o estado que apresentou maior número de casos suspeitos foi o Maranhão, que teve 16.427 pedidos bloqueados. Em segundo lugar está São Paulo, com 9.328 pedidos, seguido do Pará, onde foram bloqueadas 3.363 solicitações.
A plataforma cruza todas as bases de dados do ministério, em especial a do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), com as da Receita Federal e da Caixa Econômica. Casos que levantem suspeitas de fraudes são comunicados à Polícia Federal. Por meio dessa ferramenta, é possível analisar 700 mil requerimentos de seguro desemprego por mês.
Por meio de nota, o Ministério do Trabalho informa que quem tiver o benefício bloqueado será comunicado e que, como há casos em que o trabalhador desconhece que seus dados estão sendo usados por fraudadores, aqueles que tiverem o seguro bloqueado devem procurar o Ministério do Trabalho, a fim de esclarecer a situação.
Fonte: Agência Brasil

Ações contra a reforma |
Autor |
Número | Trecho questionado |
| Procuradoria-Geral da República | ADI 5.766 | Pagamento de custas |
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Confederação dos trabalhadores
em transporte aquaviário (Conttmaf)
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ADI 5.794 | Fim da contribuição sindical obrigatória |
| Confederação dos trabalhadores de segurança privada (Contrasp) |
ADI 5.806 | Trabalho intermitente |
| Central das Entidades de Servidores Públicos (Cesp) |
ADI 5.810 | Contribuição sindical |
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Confederação dos Trabalhadores
de Logística
|
ADI 5.811 | Contribuição sindical |
| Federação dos trabalhadores de postos (Fenepospetro) |
ADI 5.813 | Contribuição sindical |
| Federação dos Trabalhadores em Empresas de Telecomunicações (Fenattel) |
ADI 5.815 | Contribuição sindical |
| Federação dos trabalhadores de postos (Fenepospetro) |
ADI 5.826 | Trabalho intermitente |
| Federação dos Trabalhadores em Empresas de Telecomunicações (Fenattel) |
ADI 5.829 | Trabalho intermitente |
| Confederação dos Trabalhadores em Comunicações e Publicidade (Contcop) |
ADI 5.850 | Contribuição sindical |
| Confederação Nacional do Turismo | ADI 5.859 | Contribuição sindical |
| Associação Nacional dos Magistrados da Justiça do Trabalho (Anamatra) |
ADI 5.870 | Limites a indenizações |
Fonte: Anamatra

Os analistas que mais acertaram as projeções econômicas no Boletim Focus, do Banco Central, preveem mercado de trabalho pouco aquecido em 2018, com a taxa de desemprego ficando acima de 10% no final do ano.
O levantamento foi feito pela Folha junto aos profissionais de 11 das instituições que mais acertaram as estimativas para a economia brasileira durante 2017.
Todos projetam que a taxa de desemprego ficará acima de dois dígitos. Os mais conservadores, como o Credit Suisse, veem o desemprego na casa dos 12%.
Os que têm uma posição mais otimista, como Rosenberg Associados, estimam uma leve melhora, com a taxa ficando pouco acima de 10%. O resultado ainda está muito distante do piso, que foi de 6,2% no último trimestre de 2013, quando o desemprego começou a aumentar.
Até o trimestre encerrado em novembro, a taxa de desemprego estava em 12%, segunda a Pnad Continua do IBGE. A população desocupada no país somava 12,6 milhões de pessoas, com um grande contingente de trabalhadores sem carteira : desde abril de 2015, cerca de 3 milhões de postos registrados foram perdidos.
Os analistas deixam claro que já há geração de novos postos e que a tendência é que o mercado continue esboçando sinais de melhora.
"A recuperação do mercado de trabalho veio antes do esperado. Boa parte do mercado foi surpreendida com a melhora", diz José Pena, economista-chefe da Porto Seguro Investimentos.
RITMO
O que causa dúvidas e alimenta divergências sobre a recuperação dos postos de trabalho é o ritmo de contratação. A percepção é que ele será tão lento quanto o ritmo da retomada da atividade econômica.
O diretor de Investimentos da Petros, Daniel Lima, define a perspectiva da maioria: "Esperamos uma melhora gradual ao longo de 2018", diz Lima.
A análise, em parte, leva em consideração que hoje há um grande contingente de pessoas sem trabalho para ser absorvido. "A população ocupada vai aumentar, mas num ritmo longe de ser capaz de reduzir toda a ociosidade do mercado de trabalho", afirma Ricardo Denadai, economista-chefe da Santander Asset Management.
A maioria dos analistas prefere ir ajustando a perspectiva ao longo do ano. "A tendência do desemprego é de queda, a dúvida é a velocidade: vamos calibrando a taxa ao longo do tempo", afirma Felipe Salles, economista do Itaú Unibanco.
Um fator considerado importante para a retomada, que vai ficar no radar todo ano, é o efeito da reforma trabalhista. "O emprego formal já estabilizou, parou de cair, mas ainda não deu para medir o impacto da reforma trabalhista, após a flexibilidade maior nos contratos", diz Gustavo Arruda, economista do BNP Paribas.
Para Silvio Campos Neto, da consultoria Tendências, a própria dinâmica do mercado vai prolongar a recuperação do emprego e a taxa só voltará a um dígito no último trimestre de 2021.
"Para este ano, estimamos aumento de 2,4% na ocupação, o que dá 2,2 milhões de novos empregos (formais e informais). É uma boa geração de empregos. Mas a população economicamente ativa deverá crescer em 2 milhões de pessoas na nossa estimativa", diz.
Ou seja, explica, Campos Neto, a queda "líquida" dos desocupados será de apenas 200 mil. "Muitas pessoas estarão entrando no mercado de trabalho, o que aumenta o número de desocupados em um primeiro momento", diz.
Pesa ainda o fato de a melhora da ocupação atrair pessoas de fora do mercado de trabalho. "Você tem uma situação de pessoas que não estavam procurando mais emprego, em situação de desalento, e que voltam ao mercado de trabalho com a melhora do emprego", diz.
Segundo ele, essa dinâmica reduz a velocidade da queda da taxa de desemprego, "embora a expectativa para o comportamento do mercado de trabalho a partir deste ano possa ser considerada boa", ressalta.
FONTE:FOLHA DE S.PAULO

Fonte: Valor Econômico

A Petrobrás vai instalar um número recorde de plataformas este ano. Serão oito embarcações, todas destinadas ao pré-sal, que, no prazo de um a dois anos, vão ampliar a produção da empresa em mais de 1 milhão de barris por dia, quase a metade do volume total extraído em todo País, atualmente de 2,6 milhões de barris.
Nunca a Petrobrás instalou tantas plataformas em um mesmo ano. O marco, até então, era 2014, quando quatro unidades iniciaram operação. Na prática, será um salto de produção no pré-sal, que vai ganhar ainda mais importância nos negócios da empresa e no abastecimento interno.
A virada, porém, poderia ter acontecido antes, não fosse a crise nos estaleiros nacionais e a transferência de parte das obras de construção desse conjunto de plataformas para a China. As embarcações foram projetadas em 2012, ainda num período de bonança na Petrobrás.
Só agora, depois de muitas reviravoltas contratuais, elas vão começar a produzir. Em 2018, vão entrar em operação o navio-plataforma Cidade de Campos dos Goytacazes, a P-67, P-69, P-74, P-75, P-76 e P-68, segundo levantamento feito pela consultoria E&P Brasil, com exclusividade para o Estadão / Broadcast.
De acordo com fontes, é possível que também a P-77, programada para 2019 e já com as obras adiantadas, seja antecipada e o número de instalações chegue a oito. Cada uma dessas plataformas tem capacidade para produzir 150 mil barris por dia de petróleo e 6 milhões de metros cúbicos por dia de gás natural. Juntas, podem extrair, portanto, 1,2 milhão de barris por dia.
Mas, para isso, têm que estar conectadas a todos os poços projetados - cinco produtores e outros cinco injetores de água, usados para aumentar a produtividade de cada poço. Produção. Esse processo vai acontecer aos poucos, segundo Luiz Carlos Cronemberg Mendes, gerente-executivo de Projetos de Desenvolvimento da Produção da Petrobrás. Um poço será instalado a cada três meses.
Gradualmente, a produção será ampliada, até chegar a 800 mil barris por dia em 2019 e à capacidade máxima em 2020. Num segundo momento, quando esses poços entrarem na fase de esgotamento, mais 40 serão instalados para compensar perdas. "O desafio é grande, mas factível. Há dois anos havia um risco, por causa da crise. Hoje, esse risco não existe mais."
A fase de instalação de plataformas é bastante custosa e consome boa parte do caixa das petroleiras, destaca o especialista Carlos Rocha, da consultoria IHS Markit. "Não seria sustentável instalar tantas plataformas a cada ano. Isso só vai acontecer em 2018 porque vários fatores contribuíram para que elas entrassem em operação juntas", diz.
Além de construir e transportar a plataforma até um campo, a petroleira tem que criar uma infraestrutura submarina para conseguir transferir o petróleo do subsolo à unidade operacional. Pelas contas do IHS, cada poço perfurado custa cerca de US$ 90 milhões e o somatório dos dez a 11 poços de cada plataforma sai por quase US$ 1 bilhão à estatal.
Há ainda outro custo bilionário com a compra de equipamentos e serviços de instalação submarina. Mas o gerente da estatal garante que a empresa tem fôlego financeiro para isso. Enquanto as plataformas eram produzidas, a Petrobrás já perfurava os poços e comprava os equipamentos, o que fez com que os gastos fossem diluídos ao longo de anos.
De acordo com Mendes, todos os custos estão previstos no plano de negócios da empresa e não serão um sobrepeso nas contas da petroleira em 2018. Com isso, em dois anos, quando a produção tiver atingido o volume máximo, o Brasil deve se transformar "num exportador de óleo como nunca", segundo Ramos, do IHS.
Fonte: A Tarde

Para 2018, a consultora parisiense prevê que entrem no mercado navios com uma capacidade agregada de 1,49 milhões de TEU, ao passo que os desmantelamentos totalizarão apenas o equivalente a 350 mil TEU.
A ser assim, o crescimento esperado de 5,6% superará largamente os 3,7% registados em 2017 face a 2016.
A 31 de Dezembro do ano passado, a frota mundial de navios porta-contentores celulares totalizava 5 177 navios, com uma capacidade total de 21,1 milhões de TEU.
No ano passado, as encomendas navios porta-contentores cresceram 140% em capacidade, até aos 671 641 TEU, lembra a Alphaliner. E com isso a carteira de encomendas elevou-se a 345 navios e 2,67 milhões de TEU.
A tendência de crescimento de encomendas deverá manter-se este ano, nomeadamente por acção de companhias asiáticas como a HMM ou a Yang Ming, que já tornaram público o seu desejo de crescer rapidamente, aproveitando o momento favorável do mercado e as facilidades de financiamento que lhes são concedidas.
FONTE:TRANSPORTES&NEGÓCIOS

Para a indústria de petróleo brasileira, o ano de 2018 terá apenas seis meses. O motivo é que, por ser um ano eleitoral, a principal cliente do setor, a estatal Petrobras, só poderá realizar concorrências para contratação de bens e serviços no primeiro semestre. A análise é da Associação Brasileira das Empresas de Serviços de Petróleo (Abespetro), que reúne gigantes globais do setor como GE, Halliburton, Schlumberger, Transocean, Siemens, Aker Solutions, entre outras.
"Sou otimista com cautela, porque vamos ter que fazer tudo o que tiver que acontecer até julho. Isso significa uma atividade bastante acelerada no começo do ano, principalmente porque a Petrobras estará contratando vários FPSOs [plataformas marítimas de produção e armazenamento de petróleo e gás natural]", afirmou Claudio Makarovsky, novo presidente da Abespetro, que tomará posse no cargo na primeira semana de janeiro. "Tivemos os leilões [de áreas exploratórias], que já começam a gerar demanda por sondas. Vai ser um ano bem agitado", completou.
Nos próximos cinco anos, a Petrobras prevê investir US$ 74,5 bilhões, dos quais 81% (US$ 60,3 bilhões) no segmento de exploração e produção, principal área de atuação das associadas da Abespetro. Especificamente na área de produção, a estatal prevê a entrada em operação de 19 novos sistemas de produção offshore (marítimo) entre 2018 e 2022.
Com relação a este ano, segundo Makarovsky, existe uma combinação de fatores favoráveis para o setor petróleo. Entre esses motivos estão a retomada dos leilões, que demandarão bens e serviços de fornecedores, as mudanças regulatórias implementadas pelo governo e a evolução do preço do barril do petróleo em 2017.
Também contribui positivamente, destacou ele, a definição pelo governo de um cronograma de leilões de blocos exploratórios até 2019. "Em se mantendo isso, já dá [para a indústria] uma linha de planejamento bem interessante. Se os leilões acontecerem em 2019, a indústria já começa a se planejar até 2025", afirmou. "Temos que destravar investimentos. Precisamos de atividade. Essa indústria está desmobilizada. E, se desmobilizar um pouco mais, acabou".
De acordo com levantamento feito pela associação, em 2017, foram concluídos apenas 14 poços exploratórios, o pior resultado anual desde o início da série histórica da Abespetro, em 2004. E o número de utilização de sondas de perfuração permaneceu em apenas 16 unidades, mantendo patamar observado desde o início de 2016 e que também é o pior da séries histórica. O número de sondas de perfuração em atuação é o "termômetro" da atividade exploratória petrolífera do país. Além disso, cada sonda significa a geração de 1 mil empregos diretos e indiretos, segundo a Abespetro.
Fonte: Valor