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O maior sindicato trabalhista da Argentina convocou nesta terça-feira uma greve nacional de 24 horas para protestar contra as políticas de austeridade do governo, pressionando o presidente Mauricio Macri, que enfrenta recessão e turbulência do mercado.

A Confederação Geral do Trabalho (CGT), grupo que rejeitou participar de uma paralisação convocada por outros sindicatos em abril, disse que apoiará uma greve em 29 de maio, disseram os líderes sindicais Héctor Daer e Carlos Acuña a jornalistas.

    A Argentina está lutando contra recessão, inflação alta e o câmbio volátil, que atingem o mercado de trabalho e enfraquecem os salários e o poder de compra. Os níveis de pobreza também aumentaram acentuadamente.

    "Com isso no horizonte, teremos mais colegas desempregados e fora da atividade produtiva", disse Daer.

    A produção industrial argentina caiu pelo 11º mês consecutivo, desde meados de 2018, quando foi atingida por uma crise da dívida, inflação acentuada e desvalorização cambial.

FONTE: REUTERS