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Definida a estrutura do governo do presidente eleito Jair Bolsonaro. Serão 22 ministérios a partir de janeiro de 2019, mas com a expectativa que, ao longo do ano, permaneça apenas 20. Isso porque o futuro governo vai trabalhar para que a Advocacia-Geral da União e o Banco Central percam status de ministério no próximo ano.


Em coletiva de imprensa em Brasília, nessa segunda-feira (3), o futuro ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, confirmou a extinção do Ministério do Trabalho. Segundo o ministro, as atribuições da pasta serão divididas entre os ministérios da Justiça, Economia e Cidadania.

Ministério da Economia, por exemplo, cuidaria da fiscalização e politicas públicas para o emprego e o da Justiça ficaria com as carteiras sindicais.


A Casa Civil, que será comandada por Onyx Lorenzoni, será responsável pela articulação política no Congresso Nacional. Serão criadas duas secretarias específicas para cuidar das relações com a Câmara dos Deputados e o Senado Federal, uma para cada Casa.

Onyx disse ainda que a atual relação ente governo e o Congresso vai sofrer mudanças.


Onyx disse também que a base do governo para o próximo ano no Congresso já está em torno de 350 deputados e 40 senadores.

Outra novidade na estrutura é que Bolsonaro terá uma assessoria específica para cuidar de sua comunicação pessoal. Já a comunicação institucional de governo será mantida na Secretaria de Comunicação, que permanece vinculada à Secretaria-Geral da Presidência da República, que será chefiada pelo futuro ministro Gustavo Bebianno. 


Falta definir ainda quem comandará o Ministério dos Direitos Humanos, que vai incluir uma Secretaria de Políticas para as Mulheres, e também quem estará à frente do Ministério do Meio Ambiente. 

Ainda segundo o ministro Onyx Lorenzoni, a Funai deve ficar sob o comando do Ministério da Agricultura. 

FONTE:EBC